Dunga, atual técnico da seleção brasileira nunca foi unanimidade, nem como jogador nem como técnico. Quando jogava foi crucificado pela desclassificação na Copa de 90, obteve a redenção quatro anos depois quando foi o capitão do Tetra. Agora como técnico também sofre de “perseguições”, foi herói quando venceu a Argentina e a Copa América e incompetente nos empates pelas eliminatórias nos jogos no Brasil.
Pelo Inter também não foi diferente, retornou ao clube depois de um sucesso pela Europa, ter sido o capitão do Tetra e tudo mais que tinha direito, mas nem com todo esse status não conseguiu fugir das vaias e até foi sacado do Clube. Por fim, teve uma rescisão de contrato pela porta dos fundos, não conquistou nada pelo Inter no seu retorno, foi o herói que evitou a queda para o rebaixamento e todos lembram até hoje do chapéu que levou de um moleque de 19 anos que despontava no tricolor gaúcho, chamado de Ronaldo, mais conhecido por ser o irmão do jogador Assis.
Mesmo com um final não muito glorioso pelo Colorado, Dunga está sempre por perto na vida do clube e presente nas grandes conquistas, mesmo como torcedor. Mostra a todos que é um bravo guerreiro dos Pampas que apesar das adversidades, não desiste nunca, dando a volta por cima e não se entregando jamais. Como disse Zagalo uma vez “Vocês vão ter que me engolir”.
Abaixo um resumo da última passagem do “anão” Gigante como jogador do Internacional.
>> Em 1999, Dunga assina contrato com o Internacional
>> Em 1999, Leão barra Dunga no Internacional
>> Em 1999, Dunga salva Internacional do rebaixamento